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Côco
COCO
Cocos nucifera L. O coqueiro-da-baía
pertence a família botânica Palmoe.
Provavelmente originária do sudeste
asiático, foi trazido para o Brasil
pelos Portugueses em 1553. Embora seja
plantas de regiões tropicais com
elevadas precipitações, alta
temperatura e luminosidade com a
maioria das plantações comerciais
concentradas no litoral nordeste do
País, é possível cultiva-lo no
interior, ao nordeste do tropico de
Capricórnio. Todas as partes da planta
têm utilidade para o homem: a casca do
fruto (mesocarpo) é empregada na
confecção de cordas, sacos, capachos,
isolantes térmicos etc; o palmito, na
alimentação humana; as folhas, em
coberturas de habitações simples; e a
poupa e água do fruto consumidas ao
natural ou industrializadas.
Aproximadamente 85% da produção
nacional são comercializados como coco
seco: a metade é para uso culinária
(polpa in natura), e o restante é
industrializado, obtendo-se uma série
de produtos como leite, sabão, óleo
etc; cerca de 15% da produção é
consumida ainda verde para extração de
água que também é industrializada.
Cultivares: Porte alto, para uso
industrial ou doméstico: gigante
(comum); porte baixo, para extração de
água: anões (vermelho, verde e
amarelo); híbridos.
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