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Cidade de Barretos/SP
BEM VINDO A BARRETOS
Barretos localiza ao norte do Estado de
São Paulo, tendo como principal via de
acesso à rodovia Brigadeiro Faria lima,
que ao norte dá acesso a Minas Gerais,
sendo um corredor muito utilizado para
Goiás, Distrito Federal, e Sul do
interior de São Paulo:
Pegar rodovia dos Bandeirantes até o
final, ela vai terminar na Via
Anhanguera pôr onde deve-se seguir até
Ribeirão Preto, passando em Ribeirão
Preto segui as placas para Sertãozinho/
Jaboticabal, a partir daí , Pontal,
Pitangueiras e Bebedouro, ao chegar em
Bebedouro, seguir pela rodovia Faria
lima até chegar à nossa querida
Barretos.
Mas prepare o bolso existem nove
pedágios até chegar aqui,(com preços
variados).
Barretos o capital country do Brasil,
que durante o ano inteiro nossos
corações esta de porteira aberta para
receber você, amigo turista o ano
inteiro.
DISTÂNCIAS
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São Paulo - Barretos 428Km
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Guaíra - Barretos 35Km |
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São José do Rio Preto -
Barretos 96Km |
Bebedouro - Barretos 42Km |
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Franca - Barretos 138Km |
Olímpia - Barretos 45Km |
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Ribeirão Preto - Barretos
115Km |
Monte Azul Paulista- Barretos
60Km |
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Colina - Barretos 12Km |
Jaboticabal - Barretos 80Km |
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ISTO È BARRETOS
Isto é Barretos, lotado de gente que ama
o rodeio, turista de todo o canto do
País, gente que ocupa um parque moderno,
onde cabe pelo menos 50 estádios igual
ao maracanã.
Gente que dá brilho a um festa que tem
45 anos.
A primeira festa do peão foi um sucesso,
estiveram presente 2000 pessoas no
Recinto Paulo de lima Correia, local
onde se realizava a festa do peão, no
centro da cidade.
A idéia de início, fundada pelo Clube
"OS INDEPENDENTES" era conseguir
dinheiro para a manutenção de uma casa
de velhos.
A minoria do publico eram mulheres que,
com sombrinhas se protegiam do sol;
poucos homens usavam chapéu.
Antigamente só havia rodeio de cavalo
que era amarrado a um poste na arena, o
qual o peão ainda podia usar as duas
mãos para evitar o tombo e o público
aplaudiam discretamente.
Ao contrário de hoje, o público vai ao
delírio durante as apresentações.
Pessoas desfilam com chapéu
extravagante, criam tipos para chamar a
atenção, como o homem sombra, carrinho
de som, cavalos machadores, chapéu com
chifres, etc.
Resgatando nossas tradições, chegam as
comitivas, viajando e acampando na beira
da estrada, cozinhando e bebendo
chimarrão, Universo de rodeio, todos
querem participar de nossa festa.
DISPUTA ENTRE O HOMEM E O ANIMAL
"O CHÃO É O LIMITE"
A disputa entre o homem e o animal na
arena, naquele espaço de areia fofa, um
depende do outro.
Por falta de um regulamento oficial, o
juiz segue o critério próprio e da nota
de 0 a 10 para o conjunto, precisa Ter
técnica e estilo perfeito, o animal
touro ou cavalo tem que saltar muito,
jogar a anca o mais alto possível e
pular em roda, girar sobre si mesmo,
saltar com violência, derrubar o peão,
que quase sempre conhece uma das mais
antigas verdades do rodeio, "O Chão é o
Limite".
Força, fúria, rapidez, (parece um
caminhão em disparada).
MONTAR: risco, aparentemente calculado,
perigoso, excitante e para
recompensa-los, recebem muitos prêmios.
Precisa cautela para subir no brete, se
cair é chifre na certa.
Ajustar a corda, tem que ser bem justa,
cuidado para a mão não escorregar.
O touro no brete fica inquieto, com
raiva, sempre quer derrubar o peão,
mesmo antes da porteira abrir.
Um touro chega a pesar 900 Kg.
Tem um rancado superior a de muitos
carros, e chega a atingir a 10 Km por
hora.
PERIGO CONSTANTE
Chega a ser no lombo do animal ou depois
da queda mas este jogo, entre o homem e
o animal sempre tem a recompensa, seja
motos, carros, prêmio alto em dinheiro,
distribuído a cada rodeio.
Rodeio Máquina de fazer dinheiro.
A indústria de rodeio deixa muito
milionários.
Ser peão é profissão de alto risco, é
lucrativo, hoje tem mais de 20 rodeio a
cada fim de semana no Brasil.
8 SEGUNDOS
Apenas 8 segundos é o
tempo em que o peão tem que permanecer
em cima do violento touro.
10 segundos é o tempo que
o peão tem que agüentar em cima do
cavalo, mas poucos conseguem.
O peão é obrigado a ficar
com uma das mãos sempre no alto, usar a
espora o tempo todo, no caso do touro,
pode esporear em qualquer lugar.
No cavalo a espora
perfeita tem que rasgar no pescoço, a
corda chamada sedem é amarrada na
verrina do animal, incomodado ele pula
mais, soca mais e agride mais.
Mas o peão com fé em Deus
e em Nossa Senhora, eles pedem proteção,
para que tenha uma boa montaria para não
se machucar.
O medo, medo, eles tem,
são humanos, medo refletidos nos tiques
nervosos do peão, gestos tensos no
ritual da preparação. Batidas no rosto
para aquecer.
É um dos momentos mais
tensos do rodeio, quando o peão sobe no
animal, quando abre a porteira, o peão
pode estar saltando para a vitória, o
sonho de Ter uma vida melhor.
Sai peão vai para
esquerda.
O peão vai para direita.
Pula, sacode, levanta
poeira.
Vencer em Barretos, Glória maior do
Peão.
O rodeio é a nova paixão nacional com
mais de quatro mil rodeio por ano.
Tornou-se a maior festa Brasileira,
assistida a cada ano por mais de 10
milhões de pessoas.
Um esporte que conquistou e consagrou
vários cowboys mas que transformam os
grandes campeões em milionários.
A moda do rodeio corresponde á um
fenômeno cultural, a um esporte
cultural, a explosão das duplas
sertanejas.
Além dos cantores, as maiores estrelas
na arena são os peões que montam em
cavalos e touros bravos. O peão é rei.
Aqui em Barretos na arena
é escolhido o rei do peão. Vencer em
Barretos é um sonho de cada peão.
Interior de São Paulo, a
400 Km de São Paulo, acontece o maior
rodeio do Brasil e da América Latina.
A cidade se transforma e
milhares de pessoas vem a cada ano
descobrir a magia do rodeio.
O maior recinto de rodeio do Brasil
construído há doze anos com
arquibancadas para 35 mil espectadores
sentados, vem aqui acompanhar essa
disputa entre o peão e o animal que
repete centena de vezes por semana, gera
milhões de dólares e milhares de
empregos, é o ingrediente sem dúvida que
atrai o povão, a disputa entre o peão e
o animal.
Abriu a porteira....Seguuuuuuura Peão.
"OS INDEPENDENTES"
A HISTÓRIA
No ano de 1955, um grupo de amigos
reunidos na mesa de um bar em Barretos,
talvez naquela tarde de 15 de julho, nem
mesmo eles desconfiavam, que do bate
papo informal entre o grupo nasceria uma
das festas do peão de Boiadeiro mais
famosa do mundo, numa folha de papel de
pão, sobre a mesa, um dos rapazes
registrava a conversa, mais tarde, isso
seria o rascunho do documento de
fundação do clube "Os Independentes"
responsável pela promoção dessa mega
festa do peão de Boiadeiro.
Naquela época, quem
ouvisse a conversa dos rapazes, poderia
supor, que fosse piada.
Os critérios que deveriam
ser levados em consideração para ser
admitido nessa agremiação também deve
ter merecido boas risadas; ser solteiro,
maior de 21 anos e independente
economicamente.
Aqueles rapazes que um
dia fundaram um clube na mesa de um bar,
e fizeram o ato de constituição num
papel de pão.
Todo marcado de copo, não
tinham com certeza a menor idéia, de que
um dia fosse se tornar o grupo sólido e
forte que é hoje, onde promove a cidade
de Barretos como capital Brasileira do
Rodeio, hoje existe no atual estádio de
rodeio, numa pracinha, um monumento
representado por suas colunas a tria de
"Independentes" que são:
Companheirismo - Lealdade
- Idealismo - este símbolo eterniza os
homens que, possuidores da chama do
Idealismo que dão tudo de si para o
sucesso desta festa.
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FUNDADORES DO CLUBE
Antônio Renato Prata
Dino Eugênio Scanavinno
Edsom Gemha
Floriano Machado Coutinho
Hélio Alves Garcez
Joaquim Luiz Goulart
Jamil Nicolau Mauad
José Sebastião Domingos
Licínio Gomes da Silva
Luiz Agostinho da Silva
Brandão
Osvaldo Monsef
Orlando Araújo
Paulo Coimbra
Rubens Bernardes de Oliveira
Hosny Daher
Abdo El Karim Gemha
Paulo Pereira
Rubens Oliveira
Saulo Junqueira Franco
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FUNDADORES DA FESTA
Carlos José Theodoro de
Andrade
Carlos Roberto Galli
Hélio Bruno Barbosa
Horário Tavares de Azevedo
João dos Santos Filho
Rhateb Cury
Cassio Junqueira Nogueira
Cyrano Diniz Pereira
José de Oliveira Lima
José Brandão Tupynambá
Otávio Ferreira Andrade
Orestes de Ávila Lima
Hudelson Gemha
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PRESIDENTES DA FESTA |
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Antonio Renato Prata |
1955 |
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Joaquim Luiz Goulart |
1956 -1957-1959 |
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José Sebastião Domingos |
1958-1977-1978-1979 |
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Alaor de Ávila |
1960-1971 |
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Roberto de Ávila Lima |
1961-1966-1968 |
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Sérgio Carreira |
1962 |
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José Brandão Tupynambá |
1963-1964 |
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Francisco G. J. Machione |
1965 |
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Nivaldo Gomes. |
1967-1972-1973 |
|
Daniel Bampa Neto |
1969-1970-1980-1981 |
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Hugo Resende |
1974 |
|
Virgílio de Ávila Lima |
1975-1976 |
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Sebastião D. Machado |
1982 |
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Flávio Silva Filho |
1983-1997-1998 |
|
Mussa Calil Neto |
1984-1985 |
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João Paulo Nogueira |
1986-1989-1990 |
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Marcos J. Wohnrath. |
1987-1988 |
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Emílio Carlos dos Santos |
1991-1992 |
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Mauri Abud Wohnrath |
1993-1994 |
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Jeronimo Luiz Muzetti |
1995-1996 |
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José Mendes Santana |
1999-2000 |
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Hussein Gemha Júnior |
2001-2002 |
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Emilio Carlos dos Santos |
2002 |
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Emilio Carlos dos Santos |
2003 |
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