Nova pagina 1
Nova pagina 1

Home
Home
Avestruz
Agrobusiness
Agricultura
Apicultura
Aquicultura
Avicultura
CLASSIFICADOS
PRODUTOS
Caprinocultura
Cunicultura
Clima
Cogumelo
Cotações
Eqüinos
Entrevistas - NOVO *
FrutiCultura
Feiras e Eventos - NOVO *
Hidroponia
História e Tradição
Reportagens - NOVO *
Coberturas Fotográficas - NOVO *
Links *
Minhocultura
Notícias *
Ovinocultura
Pecuária
Ranicultura
Revista da Terra *
Retratos Curiosos *
Suinocultura
Vacinas
Fale Conosco




>>> História e Tradição

Cidade de Barretos/SP

 

BEM VINDO A BARRETOS
 

Barretos localiza ao norte do Estado de São Paulo, tendo como principal via de acesso à rodovia Brigadeiro Faria lima, que ao norte dá acesso a Minas Gerais, sendo um corredor muito utilizado para Goiás, Distrito Federal, e Sul do interior de São Paulo:

Pegar rodovia dos Bandeirantes até o final, ela vai terminar na Via Anhanguera pôr onde deve-se seguir até Ribeirão Preto, passando em Ribeirão Preto segui as placas para Sertãozinho/ Jaboticabal, a partir daí , Pontal, Pitangueiras e Bebedouro, ao chegar em Bebedouro, seguir pela rodovia Faria lima até chegar à nossa querida Barretos.

Mas prepare o bolso existem nove pedágios até chegar aqui,(com preços variados).

Barretos o capital country do Brasil, que durante o ano inteiro nossos corações esta de porteira aberta para receber você, amigo turista o ano inteiro.

 

DISTÂNCIAS

 

São Paulo - Barretos 428Km Guaíra - Barretos 35Km
São José do Rio Preto - Barretos 96Km Bebedouro - Barretos 42Km
Franca - Barretos 138Km Olímpia - Barretos 45Km
Ribeirão Preto - Barretos 115Km Monte Azul Paulista- Barretos 60Km
Colina - Barretos 12Km Jaboticabal - Barretos 80Km

 

ISTO È BARRETOS

Isto é Barretos, lotado de gente que ama o rodeio, turista de todo o canto do País, gente que ocupa um parque moderno, onde cabe pelo menos 50 estádios igual ao maracanã.

Gente que dá brilho a um festa que tem 45 anos.

A primeira festa do peão foi um sucesso, estiveram presente 2000 pessoas no Recinto Paulo de lima Correia, local onde se realizava a festa do peão, no centro da cidade.

A idéia de início, fundada pelo Clube "OS INDEPENDENTES" era conseguir dinheiro para a manutenção de uma casa de velhos.

A minoria do publico eram mulheres que, com sombrinhas se protegiam do sol; poucos homens usavam chapéu.

Antigamente só havia rodeio de cavalo que era amarrado a um poste na arena, o qual o peão ainda podia usar as duas mãos para evitar o tombo e o público aplaudiam discretamente.

Ao contrário de hoje, o público vai ao delírio durante as apresentações.

Pessoas desfilam com chapéu extravagante, criam tipos para chamar a atenção, como o homem sombra, carrinho de som, cavalos machadores, chapéu com chifres, etc.

Resgatando nossas tradições, chegam as comitivas, viajando e acampando na beira da estrada, cozinhando e bebendo chimarrão, Universo de rodeio, todos querem participar de nossa festa.

 

DISPUTA ENTRE O HOMEM E O ANIMAL
"O CHÃO É O LIMITE"

A disputa entre o homem e o animal na arena, naquele espaço de areia fofa, um depende do outro.

Por falta de um regulamento oficial, o juiz segue o critério próprio e da nota de 0 a 10 para o conjunto, precisa Ter técnica e estilo perfeito, o animal touro ou cavalo tem que saltar muito, jogar a anca o mais alto possível e pular em roda, girar sobre si mesmo, saltar com violência, derrubar o peão, que quase sempre conhece uma das mais antigas verdades do rodeio, "O Chão é o Limite".

Força, fúria, rapidez, (parece um caminhão em disparada).

MONTAR: risco, aparentemente calculado, perigoso, excitante e para recompensa-los, recebem muitos prêmios.

Precisa cautela para subir no brete, se cair é chifre na certa.

Ajustar a corda, tem que ser bem justa, cuidado para a mão não escorregar.

O touro no brete fica inquieto, com raiva, sempre quer derrubar o peão, mesmo antes da porteira abrir.

Um touro chega a pesar 900 Kg.

Tem um rancado superior a de muitos carros, e chega a atingir a 10 Km por hora.

 

PERIGO CONSTANTE

Chega a ser no lombo do animal ou depois da queda mas este jogo, entre o homem e o animal sempre tem a recompensa, seja motos, carros, prêmio alto em dinheiro, distribuído a cada rodeio.

Rodeio Máquina de fazer dinheiro.

A indústria de rodeio deixa muito milionários.

Ser peão é profissão de alto risco, é lucrativo, hoje tem mais de 20 rodeio a cada fim de semana no Brasil.

 

8 SEGUNDOS

Apenas 8 segundos é o tempo em que o peão tem que permanecer em cima do violento touro.

10 segundos é o tempo que o peão tem que agüentar em cima do cavalo, mas poucos conseguem.

O peão é obrigado a ficar com uma das mãos sempre no alto, usar a espora o tempo todo, no caso do touro, pode esporear em qualquer lugar.

No cavalo a espora perfeita tem que rasgar no pescoço, a corda chamada sedem é amarrada na verrina do animal, incomodado ele pula mais, soca mais e agride mais.

Mas o peão com fé em Deus e em Nossa Senhora, eles pedem proteção, para que tenha uma boa montaria para não se machucar.

O medo, medo, eles tem, são humanos, medo refletidos nos tiques nervosos do peão, gestos tensos no ritual da preparação. Batidas no rosto para aquecer.

É um dos momentos mais tensos do rodeio, quando o peão sobe no animal, quando abre a porteira, o peão pode estar saltando para a vitória, o sonho de Ter uma vida melhor.

Sai peão vai para esquerda.

O peão vai para direita.

Pula, sacode, levanta poeira.


Vencer em Barretos, Glória maior do Peão.

 

O rodeio é a nova paixão nacional com mais de quatro mil rodeio por ano.

Tornou-se a maior festa Brasileira, assistida a cada ano por mais de 10 milhões de pessoas.

Um esporte que conquistou e consagrou vários cowboys mas que transformam os grandes campeões em milionários.

A moda do rodeio corresponde á um fenômeno cultural, a um esporte cultural, a explosão das duplas sertanejas.

Além dos cantores, as maiores estrelas na arena são os peões que montam em cavalos e touros bravos. O peão é rei.

Aqui em Barretos na arena é escolhido o rei do peão. Vencer em Barretos é um sonho de cada peão.

Interior de São Paulo, a 400 Km de São Paulo, acontece o maior rodeio do Brasil e da América Latina.

A cidade se transforma e milhares de pessoas vem a cada ano descobrir a magia do rodeio.

O maior recinto de rodeio do Brasil construído há doze anos com arquibancadas para 35 mil espectadores sentados, vem aqui acompanhar essa disputa entre o peão e o animal que repete centena de vezes por semana, gera milhões de dólares e milhares de empregos, é o ingrediente sem dúvida que atrai o povão, a disputa entre o peão e o animal.

Abriu a porteira....Seguuuuuuura Peão.
 


"OS INDEPENDENTES"
A HISTÓRIA

 

No ano de 1955, um grupo de amigos reunidos na mesa de um bar em Barretos, talvez naquela tarde de 15 de julho, nem mesmo eles desconfiavam, que do bate papo informal entre o grupo nasceria uma das festas do peão de Boiadeiro mais famosa do mundo, numa folha de papel de pão, sobre a mesa, um dos rapazes registrava a conversa, mais tarde, isso seria o rascunho do documento de fundação do clube "Os Independentes" responsável pela promoção dessa mega festa do peão de Boiadeiro.

Naquela época, quem ouvisse a conversa dos rapazes, poderia supor, que fosse piada.

Os critérios que deveriam ser levados em consideração para ser admitido nessa agremiação também deve ter merecido boas risadas; ser solteiro, maior de 21 anos e independente economicamente.

Aqueles rapazes que um dia fundaram um clube na mesa de um bar, e fizeram o ato de constituição num papel de pão.

Todo marcado de copo, não tinham com certeza a menor idéia, de que um dia fosse se tornar o grupo sólido e forte que é hoje, onde promove a cidade de Barretos como capital Brasileira do Rodeio, hoje existe no atual estádio de rodeio, numa pracinha, um monumento representado por suas colunas a tria de "Independentes" que são:

Companheirismo - Lealdade - Idealismo - este símbolo eterniza os homens que, possuidores da chama do Idealismo que dão tudo de si para o sucesso desta festa.

 

FUNDADORES DO CLUBE


      Antônio Renato Prata
      Dino Eugênio Scanavinno
      Edsom Gemha
      Floriano Machado Coutinho
      Hélio Alves Garcez
      Joaquim Luiz Goulart
      Jamil Nicolau Mauad
      José Sebastião Domingos
      Licínio Gomes da Silva
      Luiz Agostinho da Silva Brandão
      Osvaldo Monsef
      Orlando Araújo
      Paulo Coimbra
      Rubens Bernardes de Oliveira
      Hosny Daher
      Abdo El Karim Gemha
      Paulo Pereira
      Rubens Oliveira
      Saulo Junqueira Franco

FUNDADORES DA FESTA


      Carlos José Theodoro de Andrade
      Carlos Roberto Galli
      Hélio Bruno Barbosa
      Horário Tavares de Azevedo
      João dos Santos Filho
      Rhateb Cury
      Cassio Junqueira Nogueira
      Cyrano Diniz Pereira
      José de Oliveira Lima
      José Brandão Tupynambá
      Otávio Ferreira Andrade
      Orestes de Ávila Lima
      Hudelson Gemha

 

PRESIDENTES DA FESTA
Antonio Renato Prata 1955
Joaquim Luiz Goulart 1956 -1957-1959
José Sebastião Domingos 1958-1977-1978-1979
Alaor de Ávila 1960-1971
Roberto de Ávila Lima 1961-1966-1968
Sérgio Carreira 1962
José Brandão Tupynambá 1963-1964
Francisco G. J. Machione 1965
Nivaldo Gomes. 1967-1972-1973
Daniel Bampa Neto 1969-1970-1980-1981
Hugo Resende 1974
Virgílio de Ávila Lima 1975-1976
Sebastião D. Machado 1982
Flávio Silva Filho 1983-1997-1998
Mussa Calil Neto 1984-1985
João Paulo Nogueira 1986-1989-1990
Marcos J. Wohnrath. 1987-1988
Emílio Carlos dos Santos 1991-1992
Mauri Abud Wohnrath 1993-1994
Jeronimo Luiz Muzetti 1995-1996
José Mendes Santana 1999-2000
Hussein Gemha Júnior 2001-2002
Emilio Carlos dos Santos 2002
Emilio Carlos dos Santos 2003

 


 

Clique nos tópicos abaixo para ver mais detalhes

< Voltar

 

  Publicidade

Publicidade

Nova pagina 1

Revista da Terra

Revista da Terra - redacao@revistadaterra.com.br
Produtora Jundweb de Sites - Redação Mira Carvalhho - mira@revistadaterra.com.br