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Maturidade
Avestruzes
selvagens podem não atingir a maturidade
antes dos quatro anos. Geralmente, as fêmeas
em cativeiro, recebendo alimento de qualidade
e em quantidades adequadas, atingem a
maturidade sexual em dois anos, enquanto os
machos, na maioria das vezes, atingem esta
maturidade aos 2,5 a 3 anos de idade.
Em algumas regiões,
a estação chuvosa dá início a estação de
reprodução. No Sudeste do Brasil, a postura
inicia entre julho e agosto. Embora o avestruz
seja uma ave sazonal, não é raro a fêmea pôr
ovos durante todo o ano. A postura atinge o máximo
na primavera (setembro a dezembro, no Hemisfério
Sul), e depois cai até fevereiro, quando
ocorre pequeno pico de produção.
O macho e a fêmea
podem acasalar duas ou três vezes
diariamente. A fêmea põe um ovo em dias
alternados até completar 15 a 20 ovos. Após
pequena pausa, de 7 a 10 dias, o ciclo recomeçará
O peso médio do ovo é de 1100 a 1600g.
Uma fêmea saudável
deve pôr durante cerca de 35 a 40 anos ou
mais, e com produção de 15 a 70 ovos por ano
(nos primeiros anos a postura é menor,
tendendo a aumentar com a idade).
Portanto, um
avestruz é capaz de produzir cerca de 1600
ovos com sobrevivência de 640 descendentes de
um ano, enquanto que uma vaca de corte, no máximo
8 a 12 bezerros durante a sua vida produtiva.
Algumas aves podem botar até 120 ovos numa
estação prolongada de postura. Entretanto,
alguns fazendeiros da África do Sul preferem
interromper a postura destas aves porque,
segundo eles, os ovos mais tardios são menos
férteis e na estação seguinte, a produção
total diminuirá. A média ideal seria de 60 a
70 ovos por ano com uma interrupção de 60 a
90 dias entre os ciclos de postura. Este
intervalo permitiria um descanso para a ave e
um número satisfatório de ovos na estação
seguinte, com alta percentagem de fertilidade.
Os machos e fêmeas
devem ser separados 8 a 12 semanas antes do início
da estação de reprodução e submetidos a
uma dieta nas duas últimas semanas previstas
para o início da reprodução, para redução
do peso corporal. Os avestruzes gordos não têm
bom desempenho reprodutivo.
Como regra
geral, os avestruzes são acasalados aos
pares, embora freqüentemente, um macho forte
e vigoroso seja colocado com duas fêmeas
(trio). Em áreas extensas, pode ser adotado o
sistema de colônias.
Manejo
dos ovos
A
coleta dos ovos deve ser feita cuidadosamente
e com freqüência para evitar contaminação
e danos físicos Deve ser realizada logo após
a fêmea deixar o ninho e a película de
mucina que envolve o ovo estar seca.
Deve-se
usar um recipiente cheio de cepilhos (serragem
grossa ou maravilha) ou revestido de espuma,
tendo-se o cuidado para não agitar os ovos.
Devido ao formato arredondado do ovo do
avestruz, a posição da câmara de ar não
pode ser determinada na ocasião da coleta,
portanto poderão ser transportados na posição
horizontal.
Para
verificar defeitos nos ovos, usa-se o ovoscópio,
aparelho projetado para observação da casca
e do interior do ovo Há vários modelos de
ovoscópios, caseiros ou industriais,
inclusive um sofisticado sistema acoplado a
uma câmera de vídeo:
Defeitos
que podem ser observados:
-
Trincas ou pequenas rachaduras que geralmente
só são visíveis quando passados pelo ovoscópio.
Ovos de preços elevados com pequenos defeitos
podem ser reparados com esmalte de unhas ou
cera de vela. Não é vantajoso reparar ovos
com vazamento de material, pois eles
dificilmente eclodirão;
- Ovos velhos, com câmara de ar maior do que
o normal e a gema densa;
- Ovos com manchas de sangue e coloração
rosa-pálido na clara;
- Gemas múltiplas ou duplas, que embora
possam ser férteis, raramente chocam;
- Massa escura, que é característica de ovo
contaminado e que deve ser cuidadosamente
manipulado, pois corre o risco de estourar e
contaminar o ambiente.
Qualquer
ovo que apresente defeito antes ou durante a
incubação deve ser removido imediatamente.
Deve-se ter especial cuidado com a origem dos
ovos, pois o manejo inadequado dos ninhos e
falhas no controle sanitário do plantel pode
originar ovos com altas taxas de contaminação
por fungos e bactérias, que, além de reduzir
a eclodibilidade, resultam em morte dos
filhotes nas primeiras semanas de vida. Os
ovos contaminados podem rapidamente espalhar
as infecções para os sadios.
Limpeza
Qualquer
método de limpeza removerá pelo menos um
pouco do filme de mucina que protege o ovo,
tornando-o mais suscetível a contaminação
ou infecção durante a incubação.
Sujeira
leve pode ser removida através de limpeza
seca com uma lixa fina, tendo cuidado para não
esfregar excessivamente os ovos. O ideal seria
manter limpo o ninho e coletar os ovos freqüentemente
para não ter ovos sujos. A lavagem só deve
ser efetuada quando absolutamente necessária
e, neste caso, utiliza-se água limpa e um
desinfetante, observando-se as seguintes
recomendações:
-
Manter a temperatura da solução de lavagem
10ºC mais quente do que os ovos;
- Imersão total dos ovos na solução,
procedendo-se a lavagem o mais rápido possível;
- Enxaguar numa segunda solução ainda não
utilizada;
- Secar ao ar.
A
solução apresentada a seguir é de custo
reduzido e muito eficaz como desinfetante e
detergente tanto para lavagem dos ovos quanto
para os equipamentos. Contém amônia quaternária
25Oppm e EDTA 1Oppm, pH 8,0, com adição de
carbonato de sódio.
Solução
estoque:
|
Amônia
Quaternária, 10%
|
75g/litro
d'água
|
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EDTA
0,4% (sal dissódico ou cloreto de sódio)
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3g/litro
d'água
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Carbonato
de Sódio 4,2%
|
32g/litro
d'água
|
As
soluções a serem utilizadas na limpeza dos
ovos e equipamentos são preparadas com a Solução
Estoque e água, conforme diluições
apresentadas a seguir:
-
Lavagem dos ovos: use 20ml da solução
estoque em 1 litro d'água;
- Lavagem dos equipamentos: use 40ml da solução
estoque em 1 litro d'água.
Atualmente,
em países como os Estados Unidos e Austrália,
há disponibilidade de soluções patenteadas
para lavagem dos ovos. Um exemplo é o
Parvocid R, usado em soluções de 1Oml/litro
d'água. Outro produto bastante eficiente para
desinfecções, e de caráter natural, é uma
solução a base de Citrex a 3000ppm (princípio
extraído de sementes de laranja), a qual pode
ser borrifada em toda a superfície dos ovos,
sem risco de comprometimento do embrião,
atuando como agente bactericida e fungicida. O
Pet Clean plus, é um produto da Cynotech.
A
fumigação pode ser feita com o gás formaldeído;
porém, como ele potencialmente pode causar câncer,
torna-se obrigatório uma ventilação
adequada no ambiente onde é utilizado. A
imersão dos ovos em antibiótico é uma prática
que está se tornando amplamente empregada e
pode ser útil no controle de doenças, embora
não seja um substituto para a lavagem dos
ovos. Uma solução recém preparada de
mistura de antibióticos vai penetrar no ovo,
através dos poros da casca, podendo ser usada
tanto em tanque comum como a vácuo.
Armazenagem
Os
ovos podem ser armazenados com êxito por 5 a
10 dias, o que possibilita incubar de uma só
vez a postura de uma semana. A concentração
do nascimento uma vez por semana reduz as
pressões de manejo.
Na
sala de estocagem ou armazenagem a temperatura
deverá ser de 15 a 18ºC e a umidade relativa
mantida a 70 a 75%. Nas temperaturas
superiores a 20ºC, o embrião pode começar a
desenvolver-se, sendo elevada à mortalidade
quando cai a temperatura.
A
sala de estocagem dos ovos deve ser arejada e
provida com sistema de circulação de ar para
evitar o crescimento de fungos, que podem ser
letais aos embriões em desenvolvimento.
E
recomendável viragem dos ovos pelo menos uma
vez ao dia, durante a armazenagem para evitar
a aderência de seu conteúdo à casca.
As
pessoas que manipulam os ovos devem lavar bem
as mãos antes de cada contato com eles, pois
a higiene é fundamental durante todas as
fases da operação.
Ovos
estocados a temperaturas baixas não devem ser
colocados diretamente dentro de uma incubadora
aquecida para evitar choque térmico.
Recomenda-se o pré-aquecimento que pode ser
facilmente efetuado, transferindo-se os ovos
da câmara fria para a sala de incubação e
expostos a temperatura ambiente por 8 a 12
horas, antes de serem colocados na incubadora.
Incubação
Recomenda-se
incubar os ovos após pelo menos 24 horas de
postura. É muito importante realizar a
desinfecção da incubadora antes de cada
incubação.
Há
divergências entre especialistas quanto a
colocar os ovos na posição vertical com a câmara
de ar para cima ou horizontalmente Pesquisas
recentes indicam que os melhores resultados
com ovos de avestruz são obtidos quando na
posição vertical e com inclinação de 45
graus.
Azeredo,
1992, relata a possibilidade de eclosão de até
100% quando ovos de ratitas são incubados
artificialmente.
A
temperatura na incubadora deve ser de 35,5 a
36,7ºC. Umidade de 25 a 45%, em função do
peso, formato e número de poros na casca dos
ovos, e deverá ser regulada de acordo com a
perda de peso dos ovos durante o período de
incubação. Quando há grande número de ovos
com pesos e formatos diversos, recomenda-se
ter de três a quatro incubadoras com
regulagens diferentes de umidade.
Semanalmente, os ovos serão pesados e
calculado a perda de peso que deverá ser de
12 a 17% (ideal 15%). Ovos com perda maior ou
menor que estes valores devem ser remanejados
para incubadoras com maior ou menor umidade,
conforme o caso. Em geral, requerem umidade
maior os ovos de formato alongado, leves e de
maior porosidade, e menor umidade os ovos
redondos, pesados e com menor número de
poros. Uma das formas de calcular a perda de
peso é aplicando a fórmula:
%PP
= {[(PI-PD)/nD]/PI} . 36. 100
Sendo:
o PP = perda de peso;
o Pl = peso inicial, no dia do início da
incubação;
o PD = peso no dia da pesagem;
o nD = número de dias do inicio da incubação
até o dia da pesagem.
Umidade
muito alta, geralmente resulta em alta
porcentagem de não eclosão e pintos maiores
com aderências e sangue. Umidade baixa
resulta em pintos muito pequenos, fracos,
elevada mortalidade na casca e câmara de ar
muito grande.
O
período de incubação dos ovos de avestruz
é de aproximadamente 42 dias. Os ovos devem
ser virados pelo menos três vezes ao dia. A
viragem deve ser interrompida aproximadamente
no 39º dia, quando o espaço da câmara de ar
se encontrar bastante aumentado e o
avestruzinho tiver perfurado a membrana da câmara
de ar, o que deve ser determinado
observando-se o ovo no ovoscópio
Aproximadamente no 41º dia, o pintinho passa
a ocupar quase o ovo todo, perfurando a casca
dentro de aproximadamente 24 horas. A
ovoscopia, ou seja, a observação do embrião
dentro do ovo deve ser feita semanalmente até
o 39º e diariamente após, até a eclosão.
A
observação sistemática dos ovos na
incubadeira é muito importante. Ovos inviáveis
podem adquirir tonalidade e temperatura
diferentes, devendo ser descartados
prontamente, de modo a não prejudicarem os
demais. Toda manipulação de ovos, viáveis
ou não, deve ser feita com cuidados de
assepsia. Um ovo inviável é fonte de
contaminação para todos os outros e para a
incubadeira Os ovos viáveis devem ser
poupados de substâncias contaminantes.
Os
filhotes de avestruz abrem caminho através da
casca, que é relativamente resistente, usando
as pernas e os grandes dedos Ë a diminuição
do nível de oxigênio dentro do ovo que faz
com que o pintinho tenha convulsões e quebre
a casca.
No
42º dia, o criador deve marcar aqueles ovos
nos quais os filhotes já romperam a membrana
da casca, porém. não deve tentar ajudar os
outros que ainda não o fizeram. Ocorrem mais
perdas de filhotes intervindo-se no processo
de eclosão do que deixando os ovos eclodirem
naturalmente.
Ao
final do 43º dia, uma pessoa qualificada deve
examinar os ovos não eclodidos para então
decidir quando ajudar neste processo. O auxílio
consiste em dar pancadinhas de leve na parte
superior até ouvir um som oco. neste ponto, o
operador cuidadosamente quebra a casca,
removendo-a para ver se o pintinho está em
posição normal, com o bico exatamente acima
do dedo. Se estiver em posição normal,
deve-se deixá-lo sair sozinho. Se não,
deve-se auxiliar na liberação do pintinho,
lembrando que muitas pessoas ficam impacientes
neste ponto e tentam descolar a casca e as
membranas do filhote. Ao fazer isto, deve-se
tomar muito cuidado, pois vasos sangUíneos
podem se romper ou, perdendo a possibilidade
de se esforçar, o filhote poderá não
absorver totalmente o saco vitelino e morrer
depois.
Durante
a eclosão, a umidade relativa deve deverá
ser mantida, no mínimo, em torno de 80%. Se
as membranas estiverem secando e aderindo ao
filhote, os ovos devem ser borrifados com um
fino spray d'água. Ao contrário da maioria
das aves que, girando seu corpo vagarosamente
dentro do ovo, desenham um circulo na ponta
maior da casca até abrir uma calota,
empurrando-a depois para nascerem, as aves
ratitas não fazem a incisão circular. Após
perfurarem a casca, os filhotes descansam um
pouco, depois esticam suas pernas poderosas e
"explodem" para fora do ovo,
deixando-o em pedaços.
Uma
vez que eles tenham nascido, deve-se permitir
que se enxuguem por algumas horas numa estufa
ou incubadora a 32,2ºC. Depois serão
colocados num recinto onde não possam
distanciar-se muito de uma fonte de calor,
geralmente uma resistência elétrica ou uma
campânula a gás, jamais lâmpadas. As lâmpadas
alteram o ritmo circadiano das avezinhas e
podem provocar o surgimento de canibalismo.
Criadeiras, cercados ou caixotes de 1m por
1,5m podem ser empregados no cativeiro para
este fim, devendo-se tomar todo o cuidado em
utilizar material apropriado para o piso dos
locais onde se encontram os filhotes,
principalmente nos primeiros dias de vida.
Nunca se devem utilizar pisos lisos, para
evitar escorregões e problemas com as pernas
dos filhotes. Capim de folhas compridas, que não
possam ser devoradas pelos filhotes, presta-se
muito bem para forrar os recintos. Areia e
serragem são materiais proibidos, pois, ao
serem ingeridos pelos avestruzinhos, provocam
impactação e morte.
Logo
após o nascimento e durante três dias
seguintes, recomenda-se tratar o umbigo com
solução de álcool iodado para evitar infecções
localizadas ou sistêmicas.
Filhotes
Os
filhotes recém-nascidos podem sobreviver sem
alimento e sem água por aproximadamente 6 a
10 dias, dependendo das reservas do saco vitelínico.
Durante este período, as aves são ensinadas
a encontrar alimento e água que devem estar
acessíveis.
O
controle da temperatura ambiente é essencial
para os filhotes jovens. Os mesmos tipos de
fontes de calor empregados na criação de
aves domésticas podem ser utilizados. Se a
temperatura não está elevada o suficiente, o
filhote ficará estressado e poderá sucumbir
à infecção respiratória. Para evitar
superaquecimento, é necessário que os
filhotes sejam capazes de se afastarem da
fonte de calor.
Cerca
de quatro dias depois da eclosão, os filhotes
comem qualquer alimento macio e podem ser
alimentados com alfafa picadinha ou outro
capim picado. O fornecimento de uma quantidade
limitada de alimentos verdes em pequenos
intervalos, usualmente permitirá aos filhotes
comê-los antes que murchem.
A
aparência das fezes e da urina dos filhotes
usualmente indica seu estado de saúde. As
fezes devem ser macias, não muito secas ou
granuladas como as de carneiro. A urina deve
ser aquosa (rala) e não pegajosa. A cor da
barriga é outra indicação de saúde. Ela
deve ser amarelo cremoso.
Os
filhotes devem ser pesados regularmente. A
perda de peso inicial deve se estabilizar em
torno do 5º dia de vida, para depois iniciar
um ganho de peso bem vagaroso.
O
exercício é muito importante para o bem
estar dos filhotes e, se o tempo permitir,
deve-se deixar as aves no pátio externo à
luz solar. Em nível de manejo, é importante
também agrupá-las de acordo com o tamanho e
idade.
Sexagem
Usualmente,
o sexo dos filhotes é determinado aos três
ou quatro meses de idade. Para facilitar a
localização dos órgãos da ave dentro da
cloaca, sem que seja necessária sua inversão,
pode-se considerar o posicionamento conforme
os ponteiros de um relógio. Com a ajuda de um
assistente segurando a ave, que está
normalmente em pé, o operador introduz o dedo
indicador dentro da cloaca e passa o dedo na
posição de 5 ao 9 do relógio. Se a ave for
fêmea, uma protuberância uniforme carnuda e
macia, do tamanho de uma semente de ervilha,
será percebido na posição de 6 horas. A
protuberância é o clitóris. Se a ave for
macho, um órgão firme e cartilaginoso será
percebido na posição de 7 horas. O órgão
é o pênis que mede em torno de 2cm de
comprimento, aos quatro meses de idade.
Na
técnica da sexagem pela reversão da cloaca,
o pênis do macho geralmente projeta-se para
fora, e curva-se para cima. Este método é
mais fácil de ser executado em aves mais
novas, nas primeiras semanas de vida, com acurácia
de 90%, quando realizado por pessoas com certa
prática, repetindo-se o exame aos 3 meses de
idade para confirmação da sexagem.
Freqüentemente,
o sexo das aves com nove ou mais meses de
idade, pode ser determinado pela observação
dos atos de urinar e defecar, pois o pênis
aparece ao desempenhar tais funções. Existe
também disponível no mercado Norte Americano
um método de sexagem pelo DNA através de
amostra de sangue. Este teste custa nos EUA,
cerca de US$ 20.00.
Ao
contrário de outras aves, no avestruz, as
fezes e a urina são separadas.
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